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as pessoas assim agora

02/10/2009

passam agora a vida a morrer. meteram as mãos nuns dias da minha vida, e desaparecem. no mar, no palco ou nos olivais.

o jorge humberto vasques foi no liceu quem era mesmo para o teatro. contracenámos uns segundos algures numa revolução no século passado, e a ideia de

ser tudo gente morta

faz-me bolhitas nos dedos, já se espalharam das falanges às falangetas

as unhas por cortar, nem sempre a morte é um acto involuntário

ando a ver cinzas onde vi homens com quem vi o mar com tempo ainda te habituas.

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